Banda Kakana – Let’s Praise (feat. Jimmy Dludlu & Wanda Baloy)

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Banda Kakana – Let’s Praise (feat. Jimmy Dludlu & Wanda Baloy)
Banda Kakana
Let's Praise

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  • Author: Banda Kakana(feat. Jimmy Dludlu)
  • Titulo: Let's Praise
  • Categoria:
  • Ano: 2022
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biografia de Banda Kakana

Banda Kakana é uma banda moçambicana de Maputo. Sua música trafega entre os estilos Afro Rock, Afro Jazz e World Music, com influências da Marrabenta.

A “Banda Kakana” foi fundada em 2004 por Azarias Arone (guitarrista “Jimmy Gwaza”) e Yolanda Chicane (cantora) na capital de Moçambique, Maputo. Muitas das músicas foram compostas pela dupla criativa. A música de Kakana não tem limites. Baseia-se no estilo de música moçambicana “Marrabenta” e funde-se com influências internacionais. A combinação de guitarras com a voz calorosa de Yolanda dá o som inconfundível de “Banda Kakana”.

A banda usa suas composições para espalhar mensagens de esperança, paz e amor. Kakana acredita que a música é uma linguagem universal de harmonia entre todos os seres.

A banda moçambicana Kakana lançou o seu álbum de estreia “Serenata” no verão de 2013. Os ritmos africanos, rock e jazz são dominados pelas quinze faixas gravadas em várias línguas, incluindo português e inglês, assim como as línguas tradicionais de Shangana, Emacua e Chope.

Integrantes

  • Yolanda Chicane (voz)
  • Jimmy Gwaza (guitarra)
  • Realdo (baixo)
  • Jivass (piano)
  • Figaz (teclados)
  • Quinzinho (bateria)

Discografia

  • 2013 – Serenata
  • 2017 – Juntos

Prêmios

  • Melhor voz (Top Ngoma 2007,2010,2012)
  • Revelação (Top Ngoma 2007)
  • Prémio fusão (Top Ngoma 2010)
  • Melhor banda (Top Ngoma 2009)
  • Prémio fusão (Mozambique Music Awards – MMA 2010)

biografia de Jimmy Dludlu

Jimmy Dludlu tinha 13 anos quando pegou a guitarra da casa de um primo e começou a aprender a tocar, imitando o jazz e a música africana que ouvia no rádio. As suas primeiras apresentações foram em casamentos, com o seu primo.

A sua carreira começou em meados da década de 1980, altura em que trabalhou com várias bandas sul-africanas, incluindo Impandze da Suazilândia, com o cantor jamaicano Trevor Hall; Kalahari e Satari do Botswana; bem como Anansi, com o saxofonista ganês, George Lee. Naquele período, Jimmy destacou-se por via do seu desempenho com Anansi, nas celebrações da Independência do Botswana, em 1986, ao lado de uma série de estrelas africanas, incluindo Thomas Mapfumo.

Em Joanesburgo, em 1990, Jimmy actuou como músico de sessão. Trabalhou com McCoy Mrubata e sua banda Brotherhood, que um ano depois ganhou o “Gilbey Music of Africa Competition”. Em Setembro de 1990, também participou da produção do “The Market The Conversations”, com o canadense Bruce Cassidy em Trompete e EVI, e o sul-africano Barney Rachabane em sax.

Em 1991, ele foi membro fundador do grupo altamente bem sucedido “Loading Zone”, que passou a tournê por todo o contiDepois de mais de três décadas na vizinha África do Sul, onde atingiu o estrelato na sua carreira musical, decidiu, em 2014, voltar para Moçambique, à convite do Governo, para dar aulas na Escola de Comunicação e Artes da UEM, e Instituto Superior de Artes e Cultura (ISRAC).

O artista tem nove discos: “Echoes From the Past”; “Essence of Rhythm”; “Afrocentric”; “Corners of My Soul”; “Portrait”, “Tonota”; “Jimmy Dludlu”; um “Live” e o “In The Groove”, este último lançado em Setembro de 2016. A obra é composto por 15 faixas e foi gravada por artistas nacionais e sul-africanos, entre eles os instrumentistas Nelton Miranda, Hélder Gonzaga, Taphelo Mthembo, Lucas Khamulo e Nelson Lifanica.

A faixa “Ha Deva”, (temos dívida, tradução literal) do álbum “In The Groove”, conquistou o prémio “Melhor Canção”, a 19 de Novembro, no concurso musical Ngoma Moçambique 2016, promovido pela Rádio Moçambique. Mas antes, no mesmo mês, o guitarrista saiu do All Africa Music Awards (AFRIMA), realizado em Lagos (Nigéria), com o prémio de “Melhor Álbum de Jazz em África”, deixando para trás o compatriota Moreira Chonguiça, Bokani Dyer (África do Sul), Carmen Souza (Cabo-Verde), Kunle Ayo (Nigéria), Oum (Marrocos) e Ray Lema Quintet (Congo). O artista também foi eleito, no AFRIMA, “Melhor Artista de Jazz de África”.

Dois mil e dezasseis é um ano para Jimmy recordar, isto porque antes de Novembro, também conquistou nos awards sul-africanos, (SAMA – South Africa Music Awards) a estatueta de “Melhor Gravação Audiovisual ao Vivo”, com a obra “Live at Emperors Palace”.nente, apoiando uma série de estrelas sul-africanas, incluindo Hugh Masekela, Miriam Makeba, Brenda Fassie, Chicco e Sipho Mabuse. Durante aquele período, Jimmy também gravou com Miriam Makeba no álbum “Eyes on Tomorrow”, e participou na produção de “Sun City Sax Appeal”, aparecendo com Rene McLean, Winston Mankunku, Robbie Jansen, Victor Ntoni e o falecido Duque Makasi. O destaque naquele período foi a tournê da Namíbia, em Loading Zone (1992), quando foram vistos por Papa Wemba, estrela mundial de música do Zaire, que posteriormente pediu à banda que o apoiasse em várias datas na Namíbia.

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