Flash Enccy & Azagaia – Hospitaleiros

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  • Author: Flash Enccy(feat. Azagaia)
  • Titulo: Hospitaleiros
  • Categoria:
  • Ano: 2024
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biografia de Flash Enccy

Flash Enccy é o nome artístico de Andréssio Lucas Amaral, nasceu em Maputo, aos 29 de Junho de 1979, rapper moçambicano pertencente a dupla Micro 2.

Flash Enccy surge no mercado do rap através de freestyles que foram promovidos por vários programas radiofônicos na cidade de Maputo.

As suas primeiras letras foram em inglês, mas cedo percebeu que era possível escrever em português, como o Boss AC e o colectivo Black Company faziam.

Nos anos 1990 teve uma das suas primeiras aparições públicas no programa radiofónico Hip Hop Time. As suas rimas incendiaram o estúdio da Rádio Cidade e deixaram o então apresentador Zito Dog Style, boquiaberto.

“Estava com gana de mostrar o que sei naquele freestyle”, recorda com nostalgia. Depois daquele dia recebeu mais convites, o seu nome cresceu e passou a ser tido como uma das promessas do Hip Hop moçambicano.

Inspirado nos rapper dos Estados Unidos da América, procurou lapidar um estilo próprio, pois “gosto de ser eu. Revolta-me a ideia de imitar quem quer que seja”, confessou.

Em 2004 juntou-se com o rapper “Legacy” aka “Sombra Negra” e formaram o grupo “Micro 2”, o grupo lançou o seu primeiro álbum em 2007 com o nome “Andando a Pé”, em 2008 lançaram o segundo álbum com o nome “Caneta e Papel” e finalmente em 2012 foi lançado o terceiro com o nome “A Oficina do Conhecimento”.

Planeta terra é título do quarto trabalho discográfico da dupla da Matola. O álbum foi lançado em 2018, por um lado, o CD constituído por 14 músicas explora cenários dramáticos, causados pela violência doméstica nos lares.

Por outro, Planeta terra enaltece a necessidade de se ter que perdoar ao próximo pelos erros cometidos, mergulha na política, na actual atmosfera socio-económica do país, no entanto, com cuidado e subtileza para não ferir sensibilidades.

FLASH Enccy define-se como um rapper das ruas, pois foi lá onde ganhou notoriedade, inspirou muitos e hoje, com mais de 20 anos de carreira, tem quatro álbuns com o colectivo Micro 2 e dois álbuns a solo, Lavagem Cerebral em 2014 e o álbum lançado em 2020 intitulado Antibióticos.

Vaccina Boss como também é conhecido, é influenciado por livros de filosofia, sociologia, direito, código civil, literatura clássica e mais, assim como pela vida dura dos bairros africanos, para a produção do seu reportório musical. Underground moçambicano.

Para além de rapper, apresenta o programa radiofónico intitulado, Pista 1 do Hip-hop, todos os sábados das 10h as 12:30 na Rádio Viva FM 99.6 em Maputo.

Seu pensamento baseia-se na igualdade completa dos direitos de todos países no mundo. Vaccina Boss dá cobertura a liberdade de expressão, a luta pela paz e justiça nos bairros, uma universidade de pensamentos revolucionários emitidos através da intervenção social.

Preserva sempre o espírito de escrever suas próprias letras e salienta que, fará rap até ao fim dos seus dias.

Como habilitações literárias possui o nível superior em inglês britânico e americano.

Mas fez ainda alguns cursos adicionais como hotelaria, culinária, recepção e arrumação de quartos, contabilidade e gestão, administração e gestão de empresas e informática.

“Antibióticos” é o mais recente álbum a solo de Vaccina Boss, foi lançado em 2020, antes do lançamento Flash Enccy escreveu nas suas redes sociais, que este é o álbum que ele sempre quis lançar.

O trabalho discográfico compreende 15 faixas musicais, com participação do músico Wazimbo, Azagaia, Cláudia Narizes, Dinguizayo, Bhaka Yalofe, Lourenço, Rukan Rose e o seu lançamento está agendado para as vésperas de natal.

Discografia

Álbuns a solo

  • Antibióticos – 2020
  • Lavagem Cerebral – 2014
  • Com Micro 2
  • Planeta terra – 2018
  • A Oficina do Conhecimento – 2012
  • Caneta e Papel – 2008
  • Andando a Pé – 2007

biografia de Azagaia

Edson da Luz (Namaacha, 6 de maio de 1984), mais conhecido pelo nome artístico Azagaia, é um cantor de hip-hop moçambicano, conhecido pela sua música de intervenção social.

 

Azagaia (nome tirado de uma espécie de lança curta) nasceu em 6 de maio de 1984 em Namaacha na província de Maputo, perto da fronteira de Moçambique com a Suazilândia. É filho de uma comerciante moçambicana e de um professor cabo-verdiano. Aos 10 anos de idade foi morar para a capital Maputo onde viria a concluir o ensino médio e ingressou na universidade, tendo passado pelas camadas de formação de basquetebol do Desportivo de Maputo.

 

Iniciou a carreira musical com 13 anos integrando com o grupo Dinastia Bantu, com MC Escudo, onde chegaria a lançar, em 2005, o álbum Siavuma.

 

Em 10 de Novembro de 2007 Azagaia editou o seu primeiro álbum a solo, Babalaze (que significa “ressaca” na língua changana) pela editora Cotonete Records. O lançamento tornou-se num recorde de vendas no dia de estreia.[3] A álbum contou com as participações de Terry, em “Eu Não Paro” e de Valete em “Alternativos”[4] Este trabalho contém um tom crítico contra o Governo moçambicano, o que terá levado a que algumas faixas a não fossem transmitidas pelos canais públicos. Pela polémica destacou-se o tema “As Mentiras da Verdade”.[1] Também se destacou a música “A Marcha” que bateu recordes de vendas.

 

Fazendo a sua retrospectiva dos principais acontecimentos em Moçambique, Azagaia lançou “Obrigado Pai Natal”, em 2007, e “Obrigado de Novo Pai Natal” em 2008.

 

Depois da revolta popular de 05 de Fevereiro de 2008, em Maputo, Azagaia apresentou o tema “Povo no Poder” que lhe valeu uma intimação para se apresentar na Procuradoria-Geral da República, suspeito de “atentar contra a segurança do Estado”. A música voltaria a ser lembrada na revolta popular de 1 e 2 de setembro de 2010.

 

Em 2009, lançou o tem “Combatentes da Fortuna”, que o rapper diz ser inspirado na crise do Zimbábue e que, apesar de ter sido censurado, foi dado como videoclipe mais visto da história do rap moçambicano.

 

No ano de 2010 lançou a música “Arriiii”, versando sobre um escândalo de tráfico de drogas em Moçambique, casos de fuga ao fisco e assassinatos.

 

Em 2011 Azagaia foi preso, na companhia do seu produtor Miguel Sherba, após ter sido encontrado um cigarro de soruma (4 gramas).

 

Após uma produção de três anos, em 2013 Azagaia lançou o segundo álbum de originais, Cubaliwa (significa “nascimento”, em língua sena). Com lançamento agendado para 09 de novembro, na Associação de Escritores Moçambicanos, em Maputo, contando entre os temas destacados o single “Movimento de Intervenção Rápida” ou “Homem Bomba” ou o tema de apresentação lançado em outubro “ABC do Preconceito”. Como convidados neste álbum encontra-se nomes como Stewart Sukuma, Dama do Bling, a Banda Likuti, Ras Haitrm, Júlia Duarte ou o rapper angolano MCK. O álbum, chegou a ser apresentado com o nome de “Aza-leaks” em 2011, por alturas da apresentação do tema “A Minha Geração”.

 

Cubaliwa deu origem a uma digressão denominada Bem-vindos ao Cubaliwa em que Azagaia se apresentou com a banda Os Cortadores de Lenha.

 

O consumo de estupefacientes voltou a surgir em junho 2014 quando, numa entrevista ao programa Atracções da TV Miramar em que confirmou que tinha sido detido novamente por posse de droga e justificando que o seu consumo da canábis se devia a suposta recomendação médica dado padecer de epilepsia, Azagaia preparou em directo e acendeu o que o próprio disse ser suruma.

 

Poucos dias depois, num texto apresentado no Facebook em 15 de Junho de 2014, Azagaia anunciou que por temor pela sua vida abandonaria a carreira musical e iria passar a viver em Namaacha, sua terra natal.

 

Algumas semanas depois, Azagaia revelou que estava com um tumor cerebral, e iniciou uma campanha de arrecadação de fundos pela Internet. O projeto “Help Azagaia” serviria para reunir mais de 790 mil meticais (equivalente a aproximadamente 20 mil euros) para custear a cirurgia de retirada do tumor, realizada na Índia a 18 de outubro.

 

Após ano e meio uma afastamento dos palcos, Azagaia voltou a actuar apresentando-se num concerto na discoteca Coconuts em Maputo, em Maio de 2016.

Discografia

Dinastia Bantu

  • 2005 – Siavuma

Solo

2007 – Babalaze

2013 – Cubaliwa

2019 – Só Dever (EP)

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